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Este homem deixou de comer depois das 17 horas. Os resultados mudaram-lhe a vida

"Um ano depois, não voltaria atrás por nada", revelou nas redes sociais. Admite que nunca foi tão saudável (e feliz).

Durante décadas, Maks habituou o corpo a jantar tarde. Em 2025, decidiu mudar este hábito e, um ano depois, partilhou o resultado nas redes sociais — garante que a sua vida mudou. O influencer norte-americano não alterou o que comia nem adotou uma dieta específico. Mudou, sim, o horário das refeições. Numa publicação feita no Instagram, admite que as primeiras semanas não foram fáceis, mas ao fim de um ano diz que a experiência alterou a forma como dorme, acorda e encara o resto do dia.

“Vou ser honesto: as duas primeiras semanas foram brutais”, revela. Às 22 horas, quando já estava deitado, apenas pensava em comida. Não sentia fome, mas o corpo estava habituado a esperar pelo jantar tardio, depois de anos com este padrão alimentar.

A mudança começou a surgir na terceira semana. “Comecei a dormir mais profundamente do que tinha dormido em anos”, garante. Na sexta semana, notou outra diferença. “Acordei sem despertador pela primeira vez desde que me consigo lembrar.” Ao terceiro mês, começou a ter mais energia durante a manhã.

A experiência de Maks enquadra-se numa estratégia conhecida como jejum intermitente, que alterna períodos de alimentação com períodos sem ingestão de alimentos. Tal como a NiT já lhe contou, existem vários modelos, desde a restrição da alimentação a determinadas horas do dia até períodos mais longos sem comer. No caso do norte-americano, a regra é simples: a última refeição acontece às 17 horas e segue-se um período prolongado de jejum até ao dia seguinte.

 
 
 
 
 
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O jejum intermitente tem sido estudado pelos possíveis efeitos no metabolismo, no controlo da glicemia e da insulina e no peso corporal. Alguns estudos apontam para melhorias em determinados marcadores metabólicos, embora os resultados dependam do modelo de jejum, da duração da janela alimentar e da alimentação escolhida. 

Maks diz que não mudou aquilo que coloca no prato. A diferença está, sim, no horário em que come e não numa lista de alimentos proibidos. A inspiração surgiu também de uma observação durante viagens pela Sardenha, Okinawa e Ikaria, regiões associadas a populações com elevada longevidade.

“Todos os homens terminavam de comer cedo”, afirma. E continua: “Um ano depois, não voltaria atrás por nada. O snack à noite. O jantar às 21 horas. A sobremesa antes de dormir. Isso não é um estilo de vida. É dano lento. Experimentem fazer isto durante 30 dias. O vosso corpo vai dizer-vos tudo o que precisam de saber”.

Carregue na galeria para conhecer algumas receitas cheias de proteína, um nutriente indispensável ao corpo humano.

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